segunda-feira, 25 de maio de 2009

Tomar Templária

O 67º capítulo de O Pêndulo de Foulcault é quase totalmente dedicado ao Convento de Cristo, em Tomar. Eco começa assim: Se eu conseguia imaginar um castelo templário, assim era Tomar. Sobe-se por uma estrada fortificada que bordeja os bastiões exteriores, de seteiras em forma de cruz, e respira-se uma atmosfera cruzada desde o primeiro instante. (p. 258)
Fiquei com muita vontade de lá ir. Ainda não conheço. Imperdoável.

Conexão

A conexão altera a perspectiva.

Umberto Eco, O Pêndulo de Foucault, p. 255

domingo, 24 de maio de 2009

Divisor de águas

Há dias, de uma qualidade raríssima, em que compreendemos que nada será como antes.

sábado, 23 de maio de 2009

Oportunismo

Vincent Van Gogh, A Cadeira de Gauguin (1888)

E há aqueles que gostam de se sentar em cadeiras quentes. Mas não numa coisinha monástica como a do Van Gogh. Não. Preferem uma cadeirinha a la Gauguin.

domingo, 17 de maio de 2009

Da mordomia ao matadouro

Há restaurantes neste nosso globo em que é oferecida uma especialidade de degustação zen: bife Kobe. O naco de carne provém de um bovino tratado com aveia e cerveja, massajado diariamente, que descansa sobre tapetes térmicos e que ouve música erudita ao longo do dia. Tudo em nome de músculos descontraídos e maciez no palato.
Apetece-me dizer: aproveitem bem a mordomia que o matadouro está ao virar da esquina. E de circunstâncias destas, não se podem queixar apenas os bovinos.

sábado, 16 de maio de 2009

Sob a chuva (versão dupla)

August Macke, Sob a Chuva (1912)

Hoje descobri este quadro extraordinário de August Macke. Nem de propósito, ela cai lá fora. Ou a despropósito, já estamos em Maio (!)

Espaço

Ando à procura de espaço
para o desenho da vida.

Cecília Meireles

(embora às vezes não saiba muito bem o que desenhar... ou se sou eu a empunhar o lápis...)

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Em espera

Martin Johnson Heade, Approaching Thunder Storm (1859)
De que estará ele à espera? Do remador ou da tempestade? Suponho que espere o remador. Ninguém espera uma tempestade de forma tão plácida.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

For light does the darkness most fear

"Hands", da Jewel

If I could tell the world just one thing
It would be that we're all OK
And not to worry 'cause worry is wasteful
And useless in times like these
I won't be made useless
I won't be idle with despair
I will gather myself around my faith
For light does the darkness most fear

My hands are small, I know
But they're not yours, they are my own
But they're not yours, they are my own
And I am never broken

Poverty stole your golden shoes
It didn't steal your laughter
And heartache came to visit me
But I knew it wasn't ever after

We'll fight, not out of spite
For someone must stand up for what's right
'Cause where there's a man who has no voice
There ours shall go singing

My hands are small I know
But they're not yours, they are my own
But they're not yours, they are my own
I am never broken

In the end only kindness matters
(...)

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Sim, demasiados

You know, there's too many buttons in the world. There's too many buttons and they're just… There's way too many just begging to be pressed, they're just begging to be pressed, you know?